Representantes das Nações Unidas vêm chamando à atenção para o crescimento do tráfico de cocaína da Colômbia para a Europa, passando por países de língua portuguesa, do Brasil até o continente Africano.

Para o delegado Luís Cravo Dórea, Coordenador Geral de Polícia de Repressão a Entorpecente da Polícia Federal do Brasil, mais que a língua em comum, o que tem favorecido a conexão, chamada de lusófona,  é a fraca estrutura de fiscalização.

Nesta entrevista, o delegado brasileiro fala  o que o Brasil tem  feito para tentar evitar  que a droga entre no território brasileiro e os acordos  de cooperação com o  países  africanos para a solução do problema.   

 Ouça a entrevista  feita por Maria Cláudia Santos